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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Ginastica Geral

HISTÓRIA

A Ginástica Geral engloba as modalidades competitivas de ginástica reconhecidas pela Federação Internacional de Ginástica (Ginástica Artística, Ginástica Rítmica, Aeróbica Esportiva, Esportes Acrobáticos e Trampolim), a Dança, as atividades acrobáticas com e sem aparelhos, além das expressões folclóricas nacionais, destinadas a todas as faixas etárias e para ambos os sexos, sem limitações para a participação e, fundamentalmente, sem fins competitivos.

A Ginástica Geral desenvolve a saúde, a condição física e a integração social. Além disso contribui para o bem-estar físico e psíquico, sendo um fator cultural e social.
Dentre os principais objetivos da Ginástica Geral podemos citar os seguintes:

. Oportunizar a participação do maior número de pessoas em atividades físicas de lazer fundamentadas nas atividades gímnicas; . Integrar várias possibilidades de manifestações corporais às atividades gímnicas; . Oportunizar a auto-superação individual e coletiva, sem parâmetros comparativos com outros; . Oportunizar o intercâmbio sócio-cultural entre os participantes ativos ou não; . Manter e desenvolver o bem estar físico e psíquico pessoal; . Promover uma melhor compreensão entre os indivíduos e os povos em geral; . Oportunizar a valorização do trabalho coletivo, sem deixar de valorizar a individualidade neste contexto; . Realizar eventos que proporcionem experiências de beleza estética a partir dos movimentos apresentados, tanto aos participantes ativos quanto aos espectadores; . Mostrar nos eventos as tendências da ginástica.
PROVAS
Você sabe o que é a Gymnaestrada Mundial?

A Gymnaestrada Mundial é o festival internacional mais importante da Ginástica Geral, sendo este o evento oficial da Federação Internacional de Ginástica para a modalidade, onde vários países se encontram quadrienalmente para realizar apresentações, trocar informações sobre os trabalhos desenvolvidos em seus países e discutir a Ginástica Geral como importante elemento para o aprimoramento humano.

O nome “Gymnaestrada” é um termo criado a partir de duas origens: “gymna” alude à “ginástica” e “strada” refere-se à “caminho”, determinando o significado “caminho da ginástica”. Esta idéia simboliza um dos conceitos fundamentais da Gymnaestrada Mundial.

O idealizador da Gymnaestrada foi o holandês Jo Sommer, cuja idéia era realizar um evento sem a preocupação com o aspecto competitivo, isto é, um evento em que os participantes comparecessem pelo prazer de sua performance e sem limitações de qualquer tipo.

O ideal da Gymnaestrada sintetiza-se na seguinte frase:

“Os vencedores na Gymnaestrada são os participantes”.

A Gymnaestrada é realizada desde 1953, sendo que a última realizada foi na cidade de Gotemburgo, Suécia, no período de 04 a 10 de Julho de 1999. A próxima Gymnaestrada Mundial ocorrerá em Portugal, em 2003. Abaixo temos um quadro resumo sobre as Gymnaestradas e a participação brasileira nas mesmas.


* A partir da 9ª Gymnaestrada a Federação Internacional de Ginástica passou a denominá-la Gymnaestrada Mundial.

Dados preliminares fornecidos pelo Comitê Organizador da 11ª Gymnaestrada Mundial.
A presença da Ginástica Geral como um comitê específico dentro da estrutura da FIG a partir de 1984, vem demonstrar a importância deste fenômeno de massa que envolve um incontável número de praticantes em todo o mundo, ultrapassando em larga escala o total de atletas das modalidades competitivas dirigidas pela mesma federação.

Coexistem com a FIG, outras federações internacionais que regulamentam modalidades gímnicas não abrangidas por ela até o momento. Entre elas destaca-se a Federação Internacional de Trampolim (FIT) responsável pelo Trampolim Acrobático e pelo Duplo Mini-Trampolim, ambas modalidades competitivas porém não olímpicas e a Federação Internacional de Esportes Acrobáticos (IFSA) que coordena a Ginástica Acrobática e o “Tumbling”.

Com relação aos Jogos Olímpicos a Ginástica é oficialmente representada nas modalidades Ginástica Artística Masculina desde 1908 em Londres, a Ginástica Artística Feminina desde 1928 em Amsterdã e a GRD desde 1984 em Los Angeles. Sem caráter competitivo, a Ginástica Geral tem sempre abrilhantado as Cerimônias de Abertura dos Jogos, caracterizando-se como um dos pontos altos destes eventos, onde a criatividade, a plasticidade, a expressão corporal se fazem presentes na participação sincronizada de um grande número de ginastas.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

You answered 10 tasks out of 10 correctly.
That's 100%.
Your results:


1) He played handball. - He did not play handball.
2) Susan waited in the kitchen. - Susan did not wait in the kitchen.
3) I made the beds. - I did not make the beds.
4) They cleaned the classroom. - They did not clean the classroom.
5) She asked a lot of questions. - She did not ask a lot of questions.
6) The friends got new computers. - The friends did not get new computers.
7) I was in Sofia last weekend. - I was not in Sofia last weekend.
8) You built a house. - You did not build a house.
9) Christian bought a new guitar. - Christian did not buy a new guitar.
10) We went shopping. - We did not go shopping.


Avaliação de ingles


1) Jane watched a film.

2) He carried a box.
3) They helpped their father. (to help)Correct answer: They helped their father.
4) John and Amy swapped things.
5) I talked to Andrew.
6) Susan danced with Peter.
7) The boys tried basketball.
8) We planned a trip.
9) She washed her hair.
10) The car stopped at the traffic lights.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

handebol
historia

O andebol ou handebol, do alemão handball, é uma modalidade desportiva criada pelo alemão Karl Schelenz, em 1919 — embora se baseasse em outros desportos praticados desde fins do século XIX, na Europa setentrional e no Uruguai. O jogo Photobucket inicialmente era praticado na relva em um campo similar ao do futebol com dimensões entre 90m a 110m de comprimento e entre 55m a 65m de largura, a área do gol com raio de 13m, o gol com 7,32m de largura por 2,44m de altura (o mesmo usado Photobucket no futebol Photobucket), a bola usada é a mesma da versão em quadra e é disputado por duas equipes de onze jogadores cada. Hoje em dia a maioria dos jogadores praticam apenas o andebol de quadra.

Actualmente o andebol do Brasil está em ascensão apesar de nunca ter obtido um ouro olímpico. O desporto já é largamente praticado em nível escolar, uma vez ser fácil o aproveitamento das já muito disseminadas quadras de futebol de salão para o andebol.


fundamentos


Recepção - é a ação específica de receber, amortecer e reter a bola de forma adequada nas diferentes posições e situações em que o jogador for solicitado.
Passe - é a ação de enviar e dirigir a bola ao companheiro, de forma correta, para facilitar a próxima ação. O passe e a recepção são técnicas utilizadas pelos jogadores na preparação da finalização, ou seja, na colocação de um companheiro em condições favoráveis de arremessar a bola em direção ao gol adversário.
Arremesso - é a ação de enviar a bola em direção ao gol adversário, aplicando um forte impulso (força) na mesma, para dificultar a ação do goleiro, procurando que ela adentre ao gol, tendo como objetivo, assim, a marcação de um gol.
Progressão - é a ação de deslocar-se na quadra, movimentando-se de um lugar a outro, de posse da bola, obedecendo as regras do jogo no que diz respeito ao manejo da bola.
Drible - é a ação de impulsionar e dirigir a bola em direção ao solo, uma ou mais vezes, sem perder o controle da mesma. O drible serve para progredir na quadra ou reter a bola em situação especial.
Finta - é a ação que o jogador realiza, de posse de bola, para dirigir os movimentos do defensor numa direção falsa, desviando a sua atenção da própria real intenção, causando-lhe o desequilíbrio. A finta tem como objetivo enganar e passar pelo adversário além de desorganizar a defesa.


regras

REGRA 1 - A QUADRA

1.1 A quadra é de forma retangular: compreende uma superfície de jogo e duas áreas de gol e mede 40m de comprimento e 20m de largura.
Os grandes lados são chamados linhas laterais; os pequenos, linhas de gol. O estado da quadra não deve ser modificado de forma nenhuma em benefício de só uma equipe.

1.2 O gol ou baliza e colocado no meio da linha de gol. Ele deve ser solidamente fixado ao solo. Mede no interior 2m de altura e 3m de largura.

1.3 A área de gol é delimitada por uma linha reta de 3m, traçada 6m à frente da baliza, paralelamente à linha de gol e continuada em cada extremidade por um quarto de círculo de 6m de raio, tendo por centro o ângulo interno, inferior e posterior de cada poste da baliza. A linha delimitando a superfície é chamada área de gol

1.4 A linha de tiro livre, descontínua, se inscreve sobre uma reta de 3m traçada 9m à frente da baliza, paralelamente à linha da área de gol. Os traços da linha de tiro livre medem 15cm, assim como os intervalos

1.5 A marca de 7m é constituída por uma linha e 1m traçada á frente do meio da baliza, paralelamente à linha de gol, a uma distância de 7m a partir do lado exterior da linha de gol.

1.6 Uma marca de 15cm de comprimento é traçada à frente do meio de cada baliza e paralelamente a esta, a uma distância de 4m a partir do lado exterior da linha de gol. É a linha de limitação do goleiro, antes de a bola sair das mãos do cobrador, quando da execução de um tiro de 7 metros.

1.8 De cada lado e a 4,50m da linha central, uma marca de 15cm delimitando cada uma das zonas de substituição, respectivamente, para as equipes que estiverem ocupando os respectivos bancos de reservas.

REGRA 2 - A DURAÇÃO DO JOGO

2.1 Para equipes masculinha e femininas de mais de 18 anos, a duração do jogo é de 2 X 30 minutos com 10 minutos de intervalo.

2.2 O jogo começa pelo apito do árbitro central autorizando o tiro de saída, e termina pelo sinal do cronometrista. As infrações e condutas anti-desportivas cometidas antes do sinal do cronometrista, devem ser punidas pelos árbitros, mesmo depois de se ter sinalizado o final do jogo.

2.3 Após o intervalo, as equipes trocam de quadra.

2.4 Os árbitros decidem quando o tempo deve ser interrompido e quando ele deve ser retomado.
Eles assinalam ao cronometrista o instante da parada dos cronômetros e os da reposição em jogo.

2.5 Se um tiro livre ou um tiro de 7m é assinalado pouco antes do intervalo ou do final do jogo, o cronometrista deve esperar o resultado imediato do tiro antes de sinalizar o encerramento do jogo mesmo se o jogo estiver terminado.

2.6 Se os árbitros constatam que o jogo foi interrompido antes do tempo regulamentar pelo cronometrista, devem reter os jogadores na quadra e se ocupar do reinício do jogo, para completar o tempo que resta por jogar.

2.7 Se o jogo empatado deve ter a sua continuação até que haja um vencedor, após 5 minutos de intervalo, a escolha da quadra ou do tiro de saída deve ser novamente sorteada.
A prorrogação dura 2 X 5 minutos para todas as equipes (troca de quadra sem intervalo). Se o jogo continuar empatado após esta primeira prorrogação, uma segunda é jogada após 5 minutos de intervalo e um novo sorteio, com duração de2 X 5 minutos (troca de quadra sem intervalo). Se o jogo continuar empatado, proceder-se-á de acordo com o regulamento particular da competição em curso.

REGRA 3 - A BOLA

3.1 A bola é constituída por um invólucro de couro ou de matéria plástica de cor uniforme. É de forma redonda. Bolas brilhantes ou lisas não serão permitidas.

3.2 Para os homens, a bola deve medir no início do jogo de 58 a 60 cm de circunferência e pesar de 425 a 475g. Para as mulheres a bola deve medir no início do jogo de 54 a 56cm de circunferência de pesar de 325 a 400g.

REGRA 4 - OS JOGADORES

4.1 Uma equipe se compõe de 12 jogadores (10 jogadores de quadra e 2 goleiros). Em todos os casos, a equipe é obrigada a jogar com 1 goleiro, 7 jogadores no máximo (6 jogadores de quadra e 1 goleiro) que podem se encontrar na quadra ao mesmo tempo, os quais devem ser inscritos na súmula da partida. Os outros jogadores são reservas.

4.4 Durante o jogo os reservas podem entrar na quadra a qualquer momento e repetidamente, sem avisar o cronometrista, desde que os jogadores substituídos tenham abandonado a quadra. Isto vale igualmente para a substituíção do goleiro.

4.7 O uniforme dos jogadores de quadra de uma equipe deve ser igual, sendo que a cor do uniforme do goleiro deve diferir claramente das duas equipes.

REGRA 5 - O GOLEIRO

5.1 Um goleiro nunca pode substituir um outro jogador, no entanto qualquer outro jogador pode substituir um goleiro. O jogador de quadra deve vestir o uniforme do goleiro antes de substituí-lo pela zona de substituíção.

É permitido ao goleiro : 5.2 Tocar a bola na área de gol numa tentativa de defesa, com todas as partes do corpo. OBS: Exceto chutar a bola, mesmo em tentativa de defesa.

5.3 Deslocar-se na área de gol com a bola na mão, sem restrição.

5.4 Sair da área de gol, numa ação defensiva, e continuar a jogar, poder, e tomar parte do jogo. Neste caso, estará sujeito às regras dos demais jogadores de quadra.

5.5 Sair da área de gol, numa ação defensiva, e continuar a jogar, desde que não tenha a bola dominada.

5.7 Jogar intencionalmente a bola dominada atrás da linha de gol, por fora da baliza (tiro livre).

5.9 Tocar a bola na área de gol, depois de um tiro de meta, se a bola não tiver sido tocada por outro jogador (tiro livre).

5.10 Tocar a bola na área de gol, parada ou rolando no solo, fora da área de gol, desde que ele se encontre dentro de sua área de gol (tiro livre).

5.12 Voltar com a bola da quadra de jogo para dentro de sua própria área de gol (tiro de 7m).

sábado, 18 de setembro de 2010





sexta-feira, 20 de agosto de 2010

E.E.E.P Governador Luiz Gonzaga Fonseca Mota

nome:jaqueline Duarte nº:22 curso:1º ano informatica

Programa de Ação-Plano de Ação

-Definição do Negócio:É onde você pode execitar o que você aprendeu durante seus anos de estudo.Onde podemos exercer a profissão que desejamos.Podemos fazer negócio e entreter com outras pessoas,mostrar nossa competencia e nossa habilidade como trabalhos que fazemos.

-Negócio:O meu negócio é estudar e concluir o curso que estou fazendo.

-Filosofia do negócio:Ser uma boa aluna de primeira,me dedicar aos meus estudos e aos meus deveres na escola,respeitar as pessoas.

-Enfoque ou prioridade:É ser uma boa aluna em todas as materias,mas meu foco é terminar o meu curso e me torna uma excelente profissional.

-Postura:Como estou fazendo um curso de informatica minha postura deve ser de um bom aluno pra que la na frente me tone uma excelente profissional por isso devo ter uma boa postura.

-Estrategias/Diretizes:É ser uma boa aluna em todas as materias não apenas no curso e saber sempre o que fazer ,ter boas ideias para melhorar ainda mais meu aprendizado.

-Alinhamento:Bom primeiramente tenho que perde minha vergonha pois com ela não vou conseguir ter um bom trabalho,tenho que me saber me comportar bem,falar bem pois tudo isso conta pois isso tambem mostra o tipo de profissional que sou.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

ATIVIDADE DE INGLÊS

1. Adicione S ou ES aos verbos nas sentenças se necessário. Se não for necessário, coloque um X no espaço em branco.

a) He works in a bank.
b) They lives in France.
c) I watches TV every day.
d) She goes to work by car.
e) The film finishes at ten o'clock.
f) We plays tennis every weekend.
g) They goes on holiday in August.
h) He speaks Italian and French.
i) She does her homework every night.

2. Escreva frases, usando a forma negativa do Present Simple:

a) (He/not/live/ in Mexico) He doesn't live in Mexico.
b) (She/not//work/in a bank) She doesn't work in a bank.
c) (I/not/play golf) I don't play golf.
d) (Paul/not/listen/to teh radio) Paul doesn't listen to teh radio.
e) (We/not/speak/French) We don't speak french.
f) (You/not/listen/to me!) You don't listen to me.
g) (My car/not/work) My car doesn't work.
h) (I/not/drink/tea) I don't drink tea.
i) (Sheila/not/eat/meat) Sheila doesn't eat meat.
3. Complete os espaços com a conjugação correta dos verbos no Presente Simples do inglês.

Kristin wakes up (wake up) everyday at 7. She brushes (brush) her teeth and then take (take) a shower. Then she meets (meet) with her friend Jennifer and together they have (have) breakfast at a little diner near the office. They get (get) to the office at around 8:30. Kristin goes (go) to the first floor, where she works (work), and Jennifer takes (take) the elevator to the 11th floor, where her office is (be). Later, they meet (meet) again at 12 to have lunch.

4. Complete os espaços com a opção correta: do, does, don't, doesn't, is, isn't, are ou aren't:

a.Do you like ice-cream?
Yes I do. I think everybody do.

b.Is Kim from Australia?
Nope, she is actually Canadian.

c. We don't like the beach very much this time of the year. We prefer the mountains.
Really? Why is that?
Beaches are too crowded in the summer.
Do you always go to the mountains in the summer?
About every two years. It is a shame that we have more free time to travel.

d. How often do you go to the movies?
Every week or so. I like to watch all the comedies, but I really don't like horror movies.
Really? Horror movies are my favorite ones.

e. Rose is here yet. Where is she?
Oh, she is late because of the traffic.
Ok, we can wait.Is she have a car?
No, she isn't. She always takes a cab.

f.Are those your friends from Spain?
They are my friends, but they are Spanish. They are actually from Argentina.
Oh. Are they go to the same school that you go?
No, they aren't students. They are actually Spanish teachers.


segunda-feira, 19 de abril de 2010

arte neolítico:inicia-se com a revolução neolítica,período revolucionário na história que teve inicio ha cerca de 10.000 anos,quando o homem começa com êxito a domesticar animais e a dar os primeiros passos na agricultura cultivando gramíneas e cerealíferas.
A partir desse momento o homem aprendeu a assegurara sua alimentação pelo proprio trabalho e torna-se sedentário e fomando aldeias.


arte paleolítico: Refere-se ao inicio da historia da arte que a mais antiga produção artística. E a artes deste periodo situa-se na pré história e tem inicio a cerca de milhões de anos.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Evaporação

Método de separação de misturas sólido-líquido por evaporação do solvente, também conhecido como cristalização. Em recipiente aberto, simplesmente permite-se que o solvente evapore, deixando o sólido. Nas salinas, o sal é obtido a partir da água do mar através deste processo.

Decantação

Permite a separação de líquidos imiscíveis (que não se misturam) ou um sólido precipitado num líquido. Exemplos: água e areia e água e óleo vegetal.

Pode-se aproveitar a pressão atmosférica e a gravidade para auxiliar no processo de decantação. Um dos líquidos pode ser retirado por sifonação, que é a transferência, através de uma mangueira, de um líquido em um posição mais elevada para outra, num nível mais baixo.

Pode-se ainda usar-se o princípio da decantação para a separação de misturas sólido-gás (câmara de poeira). A mistura sólido-gás atravessa um sistema em zigue-zague, o pó, sendo mais denso, se deposita pelo trajeto.

Filtração

Este é um método de separação muito presente no laboratório químico e também no cotidiano. É usado para separar um sólido de um líquido ou sólido de um gás, mesmo que o sólido se apresente em suspensão. A mistura atravessa um filtro poroso, onde o material particulado fica retido. A preparação do café é um exemplo de filtração.

No cotidiano, o aspirador de pó é o melhor exemplo do processo de filtração. Separa partículas sólidas suspensas no ar aspirado.

Separação magnética

Separa os componentes que são atraídos por um imã daqueles que não apresentam esta propriedade (separação de limalha de ferro da areia).

Destilação fracionada

É um método de separação de líquidos que participem de mistura homogênea ou heterogênea. Quanto mais distantes forem os pontos de ebulição destes líquidos, mais eficiente será o processo de destilação. Eleva-se a temperatura até que se alcance o ponto de ebulição do líquido que apresente valor mais baixo para esta característica e aguarda-se, controlando a temperatura, a completa destilação deste. Posteriormente, permite-se que a temperatura se eleve até o ponto de ebulição do segundo líquido. Quanto mais próximos forem os pontos de ebulição dos líquidos, menor o grau de pureza das frações destiladas. A destilação fracionada é usada na obtenção das diversas frações do petróleo.

Nos alambiques, este tipo de destilação é usado na obtenção de bebidas como a cachaça e o uísque. Na destilação fracionada em laboratório usa-se um equipamento como o mostrado abaixo.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Definição de Física


Física, ciência que se ocupa dos componentes fundamentais do Universo, das forças que interagem entre si e dos efeitos das ditas forças. As vezes a física moderna incorpora elementos dos três aspectos mencionados, como ocorre com as leis de simetria e conservação de energia, de momento, da carga e da paridade. A física está estreitamente relacionada com as demais ciências naturais, e de certo modo engloba a todas. A química, por exemplo, se ocupa da interação dos átomos para formar moléculas; grande parte da geologia moderna é em essência um estudo da física da Terra que se conhece como geofísica; a astronomia trata da física das estrelas e do espaço exterior. Incluindo ainda os sistemas vivos que são constituídos por partículas fundamentais que seguem o mesmo tipo de leis que as partículas menores estudadas tradicionalmente pelos físicos. O estudo que a física moderna faz da interação entre partículas ( é chamado como implante iônico) necessita muitas vezes como complemento um enfoque microscópico que se ocupe de elementos de sistemas de partículas mais extensos. Esta técnica de implante iônico é indispensável na aplicação da física a numerosas tecnologias modernas. Por exemplo, na termodinâmica, que é um ramo da física desenvolvida durante o século XIX, se ocupa de determinar e quantificar as propriedades de um sistema e seu conjunto, e também é muito útil em outros campos da física; também constitui-se como a base das engenharias química e mecânica. Propriedades como a temperatura, a pressão e o volume de um gás não tem sentido aplicado a um átomo ou molécula individual: estes conceitos termodinâmicos só podem ser aplicados diretamente a um sistema muito grande destas partículas. Não obstante, há uma semelhança entre os enfoques microscópico e macroscópico: outro ramo da física, conhecida como mecânica estatística, explica o comportamento de um ponto de vista estatístico da pressão e da temperatura com o movimento dos átomos e das moléculas (veja Estatística). Até início do século XIX, era normal que os físicos tinham que ser ao mesmo tempo matemáticos, filósofos, químicos, biólogos o engenheiros. Na atualidade o âmbito da física há crescido tanto que, com muito poucas excessões, os físicos modernos tem que limitar sua atenção a um dos ramos de sua ciência. Uma vez que se descobrem e compreendem os aspectos fundamentais de um novo campo, este passa a ser de interesse dos engenheiros e outros cientistas. Por exemplo, as descobertas do século XIX em eletricidade e magnetismo formam hoje parte do terreno dos engenheiros eletrônicos e de comunicação; as propriedades da matéria descobertas no começo do século XX encontraram aplicação na eletrônica; as descobertas da física nuclear, muitas delas posteriores a 1950, são a base dos trabalhos dos engenheiros nucleares. Os primórdios da física Sendo que as idéias sobre o mundo físico remontam a antigüidade, a física não surgiu como um campo de estudo bem definido até princípios do século XIX. Antigüidade Os chineses, os babilônios, os egípcios e os maias observaram os movimentos dos planetas e conseguiam prever os eclipses, mas não conseguiram encontrar um sistema aceitável que explicasse o movimento planetário. As especulações dos filósofos gringos introduziram duas idéias fundamentais sobre os componentes do Universo, opostos entre si: o atomismo, proposto por Leucipo no século IV a.C., e a teoria dos elementos, formulada no século anterior. Ver Filosofia ocidental. Em Alexandria, o centro científico da civilização ocidental durante o período helenístico, teve notáveis avanços. Ali, o matemático e inventor grego Arquimedes desenhou com estacas e engrenagens vários aparatos mecânicos práticos e mediu a densidade de objetos sólidos submergindo-los em um líquido. Outros cientistas gregos importantes daquela época foram o astrônomo Aristarco de Samos, que deduziu a relação entre as distâncias da Terra ao Sol e da Terra a Lua, matemático, astrônomo e geógrafo Eratóstenes, que mediu a circunferência da Terra e elaborou um catálogo de estrelas, e o astrônomo Hiparco de Nicea, que descobriu a precisão dos equinócios (veja Eclíptica). No século II d.C. o astrônomo, matemático e geógrafo Ptolomeu propôs o sistema que leva seu nome para explicar o movimento planetário. No sistema de Ptolomeu, a Terra está no centro e o Sol, a Lua e as estrelas giram em torno dela em órbitas circulares.

terça-feira, 30 de março de 2010

História da Anatomia Humana

O conhecimento anatômico do corpo humano data de quinhentos anos antes de Cristo no sul da Itália com Alcméon de Crotona, que realizou dissecações em animais. Pouco tempo depois, um texto clínico da escola hipocrática descobriu a anatomia do ombro conforme havia sido estudada com a dissecação. Aristóteles mencionou as ilustrações anatômicas quando se referiu aos paradigmata, que provavelmente eram figuras baseadas na dissecação animal. No século III A.C., o estudo da anatomia avançou consideravelmente na Alexandria. Muitas descobertas lá realizadas podem ser atribuídas a Herófilo e Erasístrato, os primeiros que realizaram dissecações humanas de modo sistemático. A partir do ano 150 A..C. a dissecação humana foi de novo proibida por razões éticas e religiosas. O conhecimento anatômico sobre o corpo humano continuou no mundo helenístico, porém só se conhecia através das dissecações em animais.

No século II D.C., Galeno dissecou quase tudo, macacos e porcos, aplicando depois os resultados obtidos na anatomia humana, quase sempre corretamente; contudo, alguns erros foram inevitáveis devido à impossibilidade de confirmar os achados em cadáveres humanos. Galeno desenvolveu assim mesmo a doutrina da “causa final”, um sistema teológico que requeria que todos os achados confirmassem a fisiologia tal e qual ele a compreendia. Porém não chegaram até nós as ilustrações anatômicas do período clássico, sendo as “séries de cinco figuras” medievais dos ossos, veias, artérias, órgãos internos e nervos são provavelmente cópias de desenhos anteriores. Invariavelmente, as figuras são representadas numa posição semelhante a de uma rã aberta, para demonstrar os diversos sistemas, às vezes, se agrega uma sexta figura que representa uma mulher grávida e órgãos sexuais masculinos ou femininos. Nos antigos baixos-relevos, camafeus e bronzes aparecem muitas vezes representações de esqueletos e corpos encolhidos cobertos com a pele (chamados lêmures), de caráter mágico ou simbólico mais que esquemático e sem finalidade didática alguma.

Parece que o estudo da anatomia humana recomeçou mais por razões práticas que intelectuais. A guerra não era um assunto local e se fez necessário dispor de meios para repatriar os corpos dos mortos em combate. O embalsamento era suficiente para trajetos curtos, mas as distâncias maiores como as Cruzadas introduziram a prática de “cocção dos ossos”. A bula pontifica De sepulturis de Bonifácio VIII (1300), que alguns historiadores acreditaram equivocadamente proibir a dissecção humana, tentava abolir esta prática. O motivo mais importante para a dissecação humana, foi o desejo de saber a causa da morte por razões essencialmente médico-legais, de averiguar o que havia matado uma pessoa importante ou elucidar a natureza da peste ou outra enfermidade infecciosa. O verbo “dissecar” era usado também para descrever a operação cesariana cada vez mais freqüente. A tradição manuscrita do período medieval não se baseou no mundo natural. AS ilustrações anteriores eram aceitas e copiadas. Em geral, a capacidade dos escritores era limitada e ao examinar a realidade natural, introduziram pelo menos alguns erros tanto de conceito como de técnica. As coisas “eram vistas” tal qual os antigos e as ilustrações realistas eram consideradas como um curto-circuito do próprio método de estudo.

A anatomia não era uma disciplina independente, mas um auxiliar da cirurgia, que nessa época era relativamente grosseira e reunia sobre todo conhecer os pontos apropriados para a sangria. Durante todo o tempo que a anatomia ostentou essa qualidade oposta à prática, as figuras não-realistas e esquemáticas foram suficientes. O primeiro livro ilustrado com imagens impressas mais do que pintadas foi a obra de Ulrich Boner Der Edelstein. Foi publicada por Albrecht Plister em Banberg depois de 1460 e suas ilustrações foram algo mais que decorações vulgares. Em 1475, Konrad Megenberg publicou seu Buch der Natur, que incluía várias gravuras em madeira representando peixes, pássaros e outros animais, assim como plantas diversas. Essas figuras, igual a muitas outras pertencentes a livros sobre a natureza e enciclopédias desse período, estão dentro da tradição manuscrita e são dificilmente identificáveis.

Dentre os muitos fatores que contribuíram para o desenvolvimento da técnica ilustrativa no começo do século XVI, dois ocuparam lugar destacado: o primeiro foi o final da tradição manuscrita consistente em copiar os antigos desenhos e a conversão da natureza em modelo primário. Chegou-se ao convencimento de que o mais apropriado para o homem era o mundo natural e não a posteridade. O escolasticismo de São Tomás de Aquino havia preparado inadvertidamente o caminho através da separação entre o mundo natural e o sobrenatural, prevalecendo a teologia sobre a ciência natural. O segundo fator que influiu no desenvolvimento da ilustração científica para o ensino foi a lenta instauração de melhores técnicas. No começo os editores, com um critério puramente quantitativo, pensaram que com a imprensa poderiam fazer grande quantidade de reproduções de modo fácil e barato. Só mais tarde reconheceram a importância que cada ilustração fosse idêntica ao original. A capacidade para repetir exatamente reproduções pictóricas, daquilo que se observava, constituiu a característica distinta de várias disciplinas científicas, que descartaram seu apoio anterior à tradição e aceitação de uma metodologia, que foi descritiva no princípio e experimental mais tarde.

As primeiras ilustrações anatômicas impressas baseiam-se na tradição manuscrita medieval. O Fasciculus medicinae era uma coleção de textos de autores contemporâneos destinada aos médicos práticos, que alcançou muitas edições. Na primeira ( 1491) utilizou-se a xilografia pela primeira vez, para figuras anatômicas. As ilustrações representam corpos humanos mostrando os pontos de sangria, e linhas que unem a figura às explicações impressas nas margens. As dissecações foram desenhadas de uma forma primitiva e pouco realista. Na Segunda edição (1493), as posições das figuras são mais naturais. Os textos de Hieronymous Brunschwig (cerca de 1450-1512) continuaram utilizando ilustrações descritivas. O capítulo final de uma obra de Johannes Peyligk (1474-1522) consiste numa breve anatomia do corpo humano como um todo, mas as onze gravuras de madeira que inclui são algo mais que representações esquemáticas posteriores dos árabes. Na Margarita philosophica de George Reisch (1467-1525), que é uma enciclopédia de todas as ciências, forma colocadas algumas inovações nas tradicionais gravuras em madeira e as vísceras abdominais são representadas de modo realista. Além desses textos anatômicos destinados especificamente aos estudantes de medicina e aos médicos, foram impressas muitas outras páginas com figuras anatômicas, intituladas não em latim (como todas as obras para médicos), mas sim em várias línguas vulgares. Houve um grande interesse, por exemplo, na concepção e na formação do feto humano. O uso freqüente da frase “conhece-te a ti mesmo” fala da orientação filosófica e essencialmente não médica. A “Dança da Morte” chegou a ser um tem muito popular, sobretudo nos países de língua germânica, após a Peste Negra e surpreendentemente, as representações dos esqueletos e da anatomia humana dos artistas que as desenharam são melhores que as dos anatomistas.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Mistura:Comum









Uma mistura é constituída por duas ou mais substâncias puras, sejam elas simples ou compostas. As proporções entre os constituintes de uma mistura podem ser alterados por processos químicos, como a destilação. Todas as substâncias que compartilham um mesmo SISTEMA, portanto, constituem uma mistura. Não se pode, entretanto, confundir misturar com dissolver. Água e óleo, por exemplo, misturam-se mas não se dissolvem. Isso torna o sistema água + óleo uma mistura, não uma solução.

Existem três tipos fundamentais de misturas: as homogêneas (homo: igual), as heterogêneas (hetero: diferente) e as coloidais.

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Misturas: Azeótropo

Azeótropo é uma mistura de duas ou mais substâncias que, a uma certa composição, possui um ponto de ebulição constante e fixo, como se fosse uma substância pura, não podendo, por isso, seus componentes ser separados por processo de destilação.[1]

Misturas comuns não têm ponto de ebulição constante mas sim uma faixa de temperaturas na qual ocorre a mudança de fase, e nesse sentido o azeótropo é diferente, pois seu ponto de ebulição é fixo.

Um azeótropo pode ferver a uma temperatura inferior, intermediária ou superior às temperaturas dos componentes da mistura quando puros. Quando é inferior, chama-se azeótropo de mínimo ponto de ebulição ou azeótropo negativo. Quando é superior, azeótropo de máximo ponto de ebulição ou azeótropo positivo.

Outra característica de um azeótropo é que a composição do líquido azeótropo e do vapor em equilíbrio com tal líquido é a mesma. Por exemplo, se um azeótropo é composto de duas substâncias, A e B, com proporções respectivas de 60% e 40%, quando vaporizado resulta em um vapor com os mesmos 60% de A e 40% de B.

Um exemplo comum de azeótropo é a mistura de álcool etílico a 95% e água. O ponto de ebulição desse azeótropo é de 78,2 °C. Compare com os pontos de ebulição da água e do álcool etílico puros:

Substância Ponto de
ebulição (°C)
Água pura 100
Álcool etílico puro 78,4
Álcool etílico (95%) / água 78,2

A maior parte dos azeótropos são azeótropos de mínimo. Substâncias imiscíveis formam geralmente azeótropos de mínimo.

TX-Diagram-pt.jpg

Na figura acima, existem diagramas T-x de três misturas binárias. O gráfico à esquerda é de uma mistura ideal de A e B, sem formação de azeótropo, com as linhas de líquido e vapor saturados variando desde a temperatura de ebulição de A, a mais baixa, até a de B, a mais alta. O gráfico central é de uma mistura binária de C e D que forma um azeótropo de mínimo. Veja que a temperatura no azeótropo é menor do que as temperaturas de ebulição de C e de D quando puros. O gráfico à direita é de uma mistura binária E e F que forma um azeótropo de máximo. A temperatura no azeótropo é maior do que as temperaturas de ebulição de E e F quando puros.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Ilhas Marshall

Aolepān Aorōkin M̧ajeļ
Republic of the Marshall Islands

República das Ilhas Marshall
Bandeira das Ilhas Marshall
Brasão de Armas das Ilhas Marshall
Bandeira Brasão de armas
Lema: "Jepilpilin ke ejukaan"
("Realizações mediante um esforço comum")
Hino nacional: Forever Marshall Islands
Gentílico: Marshalês, Inglês

Localização das Ilhas Marshall

Localização das Ilhas Marshall no Pacífico
Capital Majuro
7°04′S, 171°16′E
Cidade mais populosa Majuro (24.000)
Língua oficial Marshalês, Inglês
Governo República democratica Presidencial em Livre Associação com o Estados Unidos
- Presidente Ruben Zackhras
Independência dos Estados Unidos
- Data 21 de outubro de 1986
Área
- Total 181,4 km² (187º)
- Água (%) Insignificante
População
- Estimativa de 2009 62.000 hab. (205º)
- Censo 2003 56,429
- Urbana 67% hab. (205º)
- Densidade 358 hab./km² (20º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2007
- Total US$115 milhões (220º)
- Per capita US$2.900 (195º)
Indicadores sociais
- IDH (1998) 0,563 (n/aº) – médio
- Esper. de vida 71,19[1] anos (101º)
- Mort. infantil 25,45/mil nasc. (138º)
Moeda Dólar americano (USD)
Fuso horário UTC +12 (UTC)
Clima equatorial
Cód. Internet .mh
Cód. telef. +692
Website governamental [1]

Mapa das Ilhas Marshall

As Ilhas Marshall, ou raramente Ilhas Marechal[2] são um país da Micronésia, cujos vizinhos mais próximos são Kiribati, a sul, os Estados Federados da Micronésia, a oeste, e a ilha Wake, pertencente aos Estados Unidos da América, a norte.

Embora tenha a constituição de uma república, este território é um "Estado Livremente Associado" aos Estados Unidos da América.


História

Embora as Ilhas Marshall tenham sido povoadas por micronésios no Segundo milénio a.C., pouco se sabe da história primitiva das ilhas.

Chegada dos Europeus

O explorador espanhol Alonso de Salazar foi o primeiro europeu a avistar as Ilhas Marshall em 1526, mas as ilhas permaneceram virtualmente sem ser visitadas durante vários séculos, até à chegada do capitão inglês John Marshall em 1788, que deu o seu nome às ilhas.

Uma companhia comercial alemã fixou-se nas ilhas em 1885, e alguns anos mais tarde elas tornaram-se parte do protectorado da Nova Guiné Alemã.

Primeira Guerra Mundial

Sob o controle do Império Alemão, o Japão conquistou as ilhas na Primeira Guerra Mundial e passou a administrá-las sob mandato da Liga das Nações quando a Alemanha renunciou a todas as suas posses no Pacífico.

Ao contrário do Império Alemão, que tinha interesses econômicos principalmente na Micronésia o Japão queria utilizar as ilhas para aumentar seu território e conter a super população do país. O Japão deixou a Liga das Nações em 27 de Março de 1933 mas mesmo assim continuou a administrar o local.

Segunda Guerra Mundial

Na Segunda Guerra Mundial, durante a Gilbert and Marshall Islands campaign na Batalha de Tarawa, os Estados Unidos invadiram as ilhas (1944) e, depois da derrota do Japão, começou a administrá-las dentro do Território Fiduciário das Ilhas do Pacífico. Durante a batalha, as ilhas sofreram danos gigantescos e sofreu com uma grande escassez de alimentos.

Depois da Segunda Guerra


Teste nuclear nas Ilhas Marshall no "Pacific Test Site" ("Locais de teste do Pacífico")

Os EUA começaram a realizar testes nucleares nas ilhas entre 1946 e 1958, prolongando-os até à década de 1960. Devido aos testes, muitos marshalleses adoeceram com elevados níveis de radiação, e até hoje há pedidos de compensação. Na ilha do Bikini por exemplo, todos os alimentos que são de sua origem têm altos níveis de radiação, o que causou a desabitação da ilha.

Em 1979, foi estabelecida a República das Ilhas Marshall e foi assinado um Tratado de Livre Associação com o governo dos EUA, que se tornou efectivo em 1986.

Política


Casa presidencial em Majuro.

O presidente das Ilhas Marshall é chefe de estado e do governo e é eleito pelo Nitijela (parlamento), e dentre os membros daquele órgão nomeia os ministros. Tem dois órgãos legislativos, o Parlamento e o Conselho dos Chefes.

As eleições para o parlamento, que tem 33 deputados, são realizadas de 4 em 4 anos.

Em 1986, o governo das Ilhas Marshall assinou um Tratado de Livre Associação com os EUA, que passaram a ter autoridade total e responsabilidade pela defesa do território, além de terem instituído um programa federal de assistência.

Subdivisões

As Ilhas Marshall dividem-se em 33 municípios, que correspondem às ilhas e atóis habitados.

Geografia


Praia nas Ilhas Marshall

As Ilhas Marshall compreendem 29 atóis e 5 ilhas, agrupadas em duas secções, uma oriental chamada Grupo Ratak (“Ratak Chain” em inglês, e que significa o nascer-do-sol) e outra a ocidente, Ralik (que significa o pôr-do-sol). Dois terços da população vive em Majuro, a capital, e em Ebeye.

Economia


A economia do país é quase totalmente dependente da ajuda norte-americana e possui um enorme sector estatal, responsável pela maior parte do emprego. A razão entre as importações e as exportações é de cerca de 11 para 1, e todo o combustível tem de ser importado. De salientar que uma parte das receitas das ilhas Marshall advém do aluguel do atol Kwajalein aos EUA, para testes de misseis.

Em diversos atóis é a economia de subsistência que sobrevive, principalmente no sector agrícola e da pesca. As principais produções são as de coco, melões e fruta-pão. O turismo emprega cerca de 10% da população, e é a principal fonte de divisas estrangeiras. Apesar de ser um local paradisíaco, o turismo nas Ilhas Marshall é muito pouco explorado, devido a dificuldade de se chegar ao local, a concorrência com outras ilhas e o medo infundado de alguns turistas de supostas contaminações.

Demografia

A população das ilhas Marshall é de origem micronésia, e segue uma religião protestante (cerca de 90% da população). Tem uma expectativa de vida de 66 anos, e a taxa de mortalidade infantil é de 39 por cada mil crianças.